sal.jpgstars.giflighthouse.jpg
space.gif
space.gif

Como trabalhar com minorias culturais


  1. Melel Xojobal (San Cristóbal de las Casas, México), trabalho com crianças maia que geralmente resistem a aceitar qualquer modo de assistência institucional. A fim de ultrapassar a resistência, os educadores populares aprendem uma língua maia, ensinada pelas próprias crianças. Isto, naturalmente, faz com que as crianças fiquem muito orgulhosas de si mesmas e altera o tradicional desequilíbrio de poder entre mestiços e populações indígenas. Nas creches da comunidade, as mulheres maia mantêm as tradições das mães maias, como sejam carregar as crianças às costas e usar roupas tradicionais. A administração desta instituição é também baseada nos modelos de liderança maia. O Shine-a-Light está a trabalhar para espalhar as ideias do Melel Xojobal através de CD-ROMs.
    Contacte Patricia Figueroa, nichkok@sancristobal.com.mx
  2. O Taller de Vida (Bogotá, Colômbia) dá formação em liderança a crianças e adolescentes deslocados, utilizando para tal a cultura e a investigação. Uma vez que os jovens afro-colombianos se sentem desenraizados na branca e formal cidade de Bogotá, o Taller de Vida oferece programas em teatro, música, fotografia e vídeo como modos de promover o orgulho cultural nestas crianças.
    Contacte Haidy Duque, taller@colnodo.apc.org
  3. O Projecto Axé (Salvador, Brasil) usa a cultura afro-brasileira para trabalhar com crianças negras que vivam na rua. Para que as crianças tenham orgulho na sua cultura e a fim de oferecer uma alternativa à vida na rua, os educadores oferecem cursos de capoeira (uma arte marcial afro-brasileira), percussão, dança africana e arte africana.
    Contacte Cesare de Florio la Rocca,projetoaxe@uol.com.br
  4. O CEDEP (Florianópolis, Brasil), através da troca de correspondência entre crianças da classe média italiana e crianças negras, pobres e imigrantes do Brasil pretende fortalecer o orgulho das crianças na sua própria cultura e, ao mesmo tempo, mantê-las fora da rua. Através da partilha de experiências com outras crianças, as crianças brasileiras passam a perceber dos lados positivos da sua própria cultura e ambiente – o samba, o futebol, os papagaios de papel e o mar.
    Escreva a Miguel, cedep@portadigital.com.br
  5. O MAMA (Guadalajara, México) tem duas escolas – uma para crianças indígenas e outra para mestiços. De acordo com a sua experiência, as crianças indígenas são melhores em matemática e as crianças mestiças em gramática espanhola.
    Contacte Alfredo Castellanos, alca10@hotmail.com

Google Custom Search
Shine a Light Informe Anual