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Como integrar as artes num programa para crianças de rua

  1. Colégio del Cuerpo (Cartagenas das Índias, Colômbia) é uma escola e companhia de dança moderna para meninos e meninas refugiados, dirigida pelo famoso bailarino Álvaro Restrepo. As danças coreografadas pelos jovens são de uma criatividade insuperável.
    O Projecto Axé (Salvador, Brasil) dirige uma escola de dança e um grupo de ballet. O grupo, baseado na arte de Martha Graham e Alvin Ailey apresentou espectáculos na Europa e na América e é um modelo para grupos de ballet em todo o Brasil.
    Dois outros excelentes projectos de dança são Edisca (Fortaleza, Brasil) e o Movimento Pró-Criança (Recife, Brasil) que incorporam o folclore do norte do Brasil na dança moderna.
    Escreva a:
    Álvaro Restrepo, restrepoalvaro@hotmail.com
    Marcelo Moacyr (Axé), axe@ongba.org.br
    Gilano Andrade (Edisca), edisca@edisca.org.br
    Suzy Oliveira (Movimento Pro Criança), suzyarte@bol.com.br

  2. Projecto Recreação (Belo Horizonte, Brasil) e Se Essa Rua Fosse Minha (Rio de Janeiro, Brasil).
    Ambos os projectos utilizam técnicas de circo no trabalho com crianças de rua. O circo aproveita o desejo das crianças de fazerem um espectáculo e estimula a disciplina e a auto-estima. Os dois programas enviaram muitas crianças a circo nacionais e internacionais.
    Na Colômbia, o Circo para Todos é uma escola profissional de circo para crianças de rua. Este projecto não integra serviços psico-sociais, mas a formação em artes de circo que providencia é de melhor proveito para as crianças que qualquer terapia formal.
    Proyecto Recreação <circodetodomundo@bol.com.br>
    Se Essa Rua Fosse Minha <sessarua@visualnet.com.br>
    Circo para Todos, felicity @cirqueportous.org

  3. AIACOM (Rio de Janeiro, Brasil), Projecto Travessia (São Paulo, Brasil), Centro Comunitário Salgueiro (Rio de Janeiro, Brasil), Centro Comunitário Chico Mendes (Florianópolis, Brasil), Taller de Vida (Bogotá, Colômbia), Asociación Cristiana de Jóvenes (Bogotá, Colômbia).
    Em comunidades onde o teatro tem uma forte tradição, muitas ONGs utilizaram-no como actividade e como terapia para as crianças de rua.
    Escreva a:
    AIACOM <siccons@uninet.com.br>
    Proyecto Travessia<projtrav@dglnet.com.br>
    Centro Comunitario Salguiero <salgueirosg@bol.com.br>
    Taller de Vida, taller@colnodo.apc.org
    Asociación Cristiana de Jóvenes, acjbta@col1.telecom.com.co

  4. Os jovens de Taller de Vida (Bogotá Colômbia) são formados para serem Investigadores Comunitários. Os jovens documentam a vida dos seus bairros através de contos, música, teatro e vídeo. Estes jovens denunciam violações dos direitos humanos, mas também elogiam os que trabalham pela paz e pela cooperação. Os investigadores promovem o seu trabalho num programa de televisão mensal.
    Contacte Haidy Duque, taller@colnodo.apc.org

  5. A Fundación de Organización Comunitaria (Buenos Aires, Argentina) dá formação em saúde, igualdade e política. A Fundação mobiliza também recursos de escolas, famílias e empresas a favor das crianças de rua. O seu programa mais interessante é uma escola de cinema na qual os adolescentes e os jovens (que vivem nas ruas ou nas favelas) aprendem a escrever guiões, a representar, a filmar e a editar.
    Escreva a Elisa Pineda, foc@elsitio.net

  6. Copere (Cidade do México) é um grupo de artesãos e artistas que circulam por todas as instituições a favor de crianças de rua, para ensinar e promover as artes.
    Escreva a Venancio Cruz, otokany@mexico.com

  7. Semente de Amanhã (Recife, Brasil) transformou a vida de uma comunidade marginal através da dança e da música folclórica. A dança motiva a participação política e económica dos jovens na sua comunidade e serve como um centro de cultura e resistência comunitária.
    Escreva a Nino Josivão Batista da Silva, sementeamanha@bol.com.br

  8. Pé no Chão (Recife, Brasil) aproveita o poder das “artes urbanas”: grafitti, hip-hop e breakdance para integrar as crianças de rua na cultura da cidade e para as mobilizar politicamente. Este projecto descobriu que uma combinação de arte urbana e política motiva as crianças a voltar para a escola.
    Cores de Belém, um programa municipal da cidade de Belém (Brasil), também faz uso do grafitti para ultrapassar a exclusão dos jovens marginalizados.
    Escreva a:
    Jocimar Borges (Pé no Chão), penochao@terra.com.br
    Fátima Monteiro (Cores de Belém), macaesport@bol.com.br

  9. A Escola de Lutheria (Manaus, Brasil) é uma escola de formação profissional de arte e de produção de instrumentos musicais (guitarras, charangas, etc). Além de excelentes guitarras, o programa também estimula a consciência ambiental local, utilizando madeiras locais e sustentáveis.
    Escreva a Rubens Gomes, Coordinador, rubensgomes@oela.org.br

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