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Como resolver conflitos e/ou trabalhar em áreas afectadas por violência

  1. Hernando Roldán é famoso na cidade de Medellín (a cidade mais violenta de toda a América Latina) pelo seu trabalho em resolução de conflitos e na reconstrução de comunidades destruídas pela guerra e pelo tráfico de droga. Carregue aqui para ler a entrevista do Shine-a-Light a Hernando Roldán, na qual este explica as suas técnicas.
    Contacte Hernando Roldán em hrs@ept.net.co
  2. ADEJUC (Alianza para el Desarrollo Juvenil Comunitário, Guatemala) é um programa com 4.000 crianças-educadoras que são formadas para se tornarem líderes comunitários num país dividido de acordo com etnia, língua, classe e religião, divisões às quais se devem juntar as resultantes da guerra. Durante a guerra civil na Guatemala esta organização foi uma das mais perseguidas pelo Governo, o qual tornou o seu trabalho muito difícil. Através desta experiência, a ADEJUC aprendeu que os conflitos podem ser reduzidos quando as crianças trabalham juntas em áreas como a alfabetização ou a formação agrícola para agricultores pobres.
    Contacte Mádel Rodríguez, aadejucsc@guate.net
  3. AIACOM (Rio de Janeiro, Brasil) trabalha para acabar com a violência e a vingança, muito comuns nas favelas. Este projecto utiliza a “pedagogia da justiça”, através da qual as crianças aprendem a ouvir-se umas às outras, a perceber os problemas umas das outras e a perdoar. A fim de juntar as crianças, o AIACOM também oferece oficinas de teatro e onde se contam histórias.
    Contacte Frei Maurício, siccons@uninet.com.br
  4. Melel Xojobal (San Cristóbal de las Casas, México) trabalha com protestantes e católicos que lutam na guerra na zona rural e com diferentes tribos maia, muitas das quais também envolvidas em conflitos. A fim de aprenderem o respeito e a tolerância por outras culturas e para facilitar a sua integração em diferentes comunidades, os potenciais educadores têm que aprender pelo menos uma língua maia. São as próprias crianças que têm a responsabilidade de ensinar a sua língua e cultura.
    Contacte Patricia Figueroa, nichkok@sancristobal.com.mx
  5. A Fundación Vivan los Niños! trabalha nas mais perigosas comunidades de Medellín, promovendo a resolução de conflitos e formando jovens para que se tornem promotores da paz.
    Contacte José López, joselo18@epm.net.co
  6. Jóvenes Hondureños Adelante-Juntos Avancemos (JHA-JA, San Pedro Sula, Honduras) trabalha directamente com gangues, especialmente com aqueles cujos membros foram deportados dos Estados Unidos. Utilizando técnicas tão diversas como o conhecimento da rua, a filosofia da Escola de Frankfurt e a educação através dos pares, este projecto foi bem sucedido em ganhar a confiança de alguns dos gangues mais violentos da América Central. Através das suas tentativas para diminuir a violência dos gangues e dos senhores da droga, os jovens hondurenhos ganharam um novo sentido da sua própria identidade.
    Contacte Ernesto Baladares,<FLITAKU@yupimail.com>, <jhajahn@yahoo.com>, o <JHAJA@hotmail.com>
  7. Red Sol (Buenos Aires, Argentina) dá formação a professores de escolas e trabalhadores de abrigos em técnicas de resolução não violenta de conflitos. Deve-se notar que o nível de violência urbana na Argentina é quase igual ao da Colômbia.
    Contacte Cristina Couso, mcouso1@uol.com.ar
  8. Os jovens do Taller de Vida (Bogotá, Colômbia) são formados para serem Investigadores Comunitários. Os jovens documentam a vida dos seus bairros através de contos, música, teatro e vídeo. Estes jovens denunciam violações dos direitos humanos, mas também elogiam os que trabalham pela paz e pela cooperação. Os investigadores promovem o seu trabalho num programa de televisão mensal.
    Contacte Haidy Duque, taller@colnodo.apc.org

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