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Shine a Light teaches the digital arts to marginalized children all over Latin America, so that their communities can come to see themselves -- and show themselves -- in a new light.

MAMA

Rogelio Padilla, Director, direccion@mama.org.mx
Alfredo Castellanos <acastellanos@mama.org.mx>

www.mama.org.mx

Mama A.C. de Guadalajara
Movimiento de Apoyo a Menores Abandonados
MONTENEGRO # 1786
COLONIA BARRERA, GUADALAJARA JALISCO, MÉXICO

TEL. (52) 38.25.25.76
FAX 38.26.25.22
 

O MAMÃ presta serviços de forma integral a crianças de rua, crianças trabalhdoras e crianças em situação de risco, mediante programas de rua, uma escola, um lar e uma série de projectos. O seu trabalho é muito importante em Guadalajara, a cidade latino-americana, segundo a UNICEF, com maior percentagem per capita de crianças de rua.

O primeiro contacto com o menino ou a menina ocorre na rua, onde o MAMÃ tem presente 8 educadores (três professores, um coordenador e 4 voluntários) numa “escola ao ar livre”. Esta escola presta serviços a cerca de 60 crianças mediante um “clube de rua” que reivindica o direito ao jogo e à seguranca. Através de um acordo com uma loja local que cedeu um espaço na zona onde se concentram as crianças de rua, o MAMÃ dá educação pré-escolar, apoio escolar, regularização escolar e alfabetização. A escola ao ar livre também inclui formação política (formação em direitos e trabalho e um sindicato infantil), além do fortalecimento da auto-estima e dos sentimentos.

A segunda etapa do projecto é a Casa da Criança Trabalhadora. É importante notar que a casa tem uma escola formal, patrocinada pelo Instituto Nacional de Educação Alternativa. As crianças assistem às aulas de acordo com a sua idade. A escola educa também os jovens que tenham 15 anos e que devam frequentar o ensino primário por nunca o terem frequentado. Esta tenta ser uma escola justa, que toma em atenção as necessidades das crianças pobres e excluídas que são expulsas de outras escolas.

As aulas incluem arte, desporto, jogos e um programa individual de acompanhamento escolar. A escola divide-se de acordo com as necessidades escolares. As criancas mestiças, na sua maioria de famílias desintegradas, assistem às aulas de manhã, altura em que se dá ênfase à formação de valores, auto-estima e matemática. As crianças indígenas, com famílias estáveis mas pobres, frequentam as aulas da parte da tarde. Isto porque o MAMÃ se apercebeu de que estas crianças aprendem com facilidade a matemática e que têm bons valores, mas não falam espanhol correctamente e precisam de aprender a sociologia da cidade. Na parte da tarde as aulas são portanto mais dedicadas à linguagem, literatura e estudos sociais.

A pedagogia do MAMÃ segue um modelo centrado na criança e nas suas necessidades. Por exemplo, se uma criança vende batatas fritas na rua, a sua capacidade de manejar dinheiro é o princípio da sua educação matemática.

A Casa da Criança Trabalhadora também inclui serviços sociais: alimentação, saúde, aconselhamento jurídico (em especial, na obtenção de uma identificação legal ou certidão de nascimento). Contudo, todos os serviços são dirigidos à educação e à formação em três áreas:

  • Formação para a acção: esta área inclui a formação política (campanhas de rua), mas também o lúdico (organização de passeios e festas) e os deveres sociais (limpeza doméstica).
  • Formação para a solidariedade: apesar da sua pobreza, as crianças querem ajudar os seus semelhantes em outras cidades e outros países. Quando as Honduras e a Guatemala sofreram graves danos com furacões, as crianças juntaram cada uma um peso por dia e doaram o dinheiro às crianças da América Central. Do mesmo modo ajudam os zapatistas e vítimas de desastre natural. Actualmente, as crianças da Casa estão a fazer uma campanha contra o trabalho nocturno infantil, a favor dos seus semelhantes que não participam no MAMÃ.
  • Formação em valores: o MAMÃ quer incrementar quatro valores nas crianças: justiça, verdade, paz e solidariedade. Isto inclui também o reconhecimento dos sentimentos e o fortalecimento da auto-estima.

O método educativo deriva da educação popular, mas inclui uma secção mais formal, “Como se Chamam as Coisas”, para ensinar às crianças o raciocínio crítico. Este método começa por ensinar que a criança tem cinco lutas ou cinco amores: o estudo, o trabalho, o desporto, a vida comunitária e os valores. Estes aspectos estruturam o programa e permitem que as crianças se desenvolvam. Os educadores supervisionam os desenvolvimentos de cada criança nos cinco aspectos e, de acordo com as suas notas atribuem pontos. As crianças recebem mais presentes no Natal de acordo com os pontos que acumularam.

O MAMÃ conta com a colaboração de muitos voluntários, na sua maioria de colégios religiosos, e que recebem previamente formação pelos seus professores.

“A Todas as Mães” (um jogo de palavras intraduzível) é um programa de formação familiar muito interessante. Depois de anos de trabalho com as crianças, o MAMÃ apercebeu-se da necessidade de formar as mães para o trabalho e para a vida familiar. Por isso propuseram quatro tipos de acção: uma escola de mães (alfabetização, matemática e temas afectivos), combate à pobreza (formação profissional e um sindicato), melhoramento das condições de vida dos filhos (higiene, auto-estima, afecto) e "mães que jogam" (reivindicação do prazer de ser mãe).

Todas estas acções tentam tornar as mães cúmplices no trabalho que o MAMÃ realiza a favor dos seus filhos.

MAMA provides integrated services for street kids, working children, and at-risk children through street outreach, a school, a shelter, and a series of projects. Its work is essential in Guadalajara: According to UNICEF, this Mexican city has the highest rates of youth homelessness in Latin America.

First contact with the street kid happens on the street, where MAMA employs 7 outreach workers in an “open air school.” Some 60 kids participate in a “street club,” where they learn to play and to protect themselves from the worst dangers of homelessness. An agreement with a local shop provides a space for preschool, tutoring, literacy work, and getting drop-outs caught up their grade in school. This open air school also includes politics: the children learn about human rights and workers' rights; in addition, they have organized themselves into a union.

The second stage of the program is the “House of the Working Child.” The National Institute for Alternative Education (a government program) sponsors a school in the House, allowing 15 year olds with a first grade education to return to school without social stigma. The school endeavors to be just, to address the needs of poor and excluded children who have been expelled from other schools.

In addition to normal subjects, classes also include art, sport, games, and individual tutoring. Classes are divided by academic necessity. Mestizo children, generally from broken families, attend school in the morning, when teachers emphasize values, self-esteem, and math. Indian children, who generally come from poor but stable families, attend in the afternoon, when teachers emphasize language, literature, and social studies.

Pedagogy follows a model based on the child, h/er needs, and her strengths. If a girl sells potato chips on the street, for instance, teachers use her ability to give change as an introduction to math.

The House of the Child Worker also provides social services: food, health, and legal advise (particularly help with getting an ID or birth certificate). All services, including education, attempt to achieve three goals:

  1. Education for action: this area includes politics (campaigns on the street), play (organizing games, trips, and parties) and social responsibility (cleaning the House)
  2. Education for Solidarity: In spite of their poverty, these children want to help their peers in other cities and countries. When Honduras and Guatemala suffered from hurricanes, each child gathered a peso each day, then donated it to a Central American child. They have also given support to the zapatistas and victims of other natural disasters. Right now, the children are running a campaign against child labor at night, trying to help their peers who don’t study with MAMA.
  3. Education in Values: MAMA wants children to learn four values: justice, truth, peace, and solidarity -- this means on an emotional as well as intellectual level.

This pedagogy derives from popular education, but it also includes a more formal segment, “what things are called,” to teach children critical reasoning. The children learn about the five struggles (or five loves): study, work, sport, community life, and values. These struggles structure the program and their education, allowing the children to plan their futures. Teachers grade their students on their progress in each area, and children receive more Christmas gifts for scoring well.

MAMA depends on many volunteers, often from high school service projects. Most are trained before they come to the program, making the process much easier for MAMA.

“A Toda Madre” (an untranslatable pun based on the many meanings of “mother” in Mexican Spanish) is a sub-program to help the parents of street kids. After years of work with street kids, MAMA realized that it needed to help their mothers. Mothers can come to MAMA for four programs: a school (literacy, math), poverty alleviation (job skills and a union), improving life for their children (hygiene, affection, and self-esteem), and “mothers who play” (games to teach the “joy of motherhood.”). Each program attempts to commit mothers to help their kids.

MAMA atiende de forma integral a niños de la calle, niños trabajadores y niños en riesgo, mediante programas de calle, una escuela, un hogar y una serie de proyectos. Su trabajo es importantísimo en Guadalajara, la ciudad latinoamericana, según UNICEF, con mayor porcentaje per cápita de niños de la calle.

El primer contacto con el niño o la niña ocurre en la calle, donde MAMA hace presencia con 7 educadores (3 maestros, un coordinador y 4 voluntarios) en una "escuela al aire libre". Esta escuela atiende a 60 niños mediante un "club de calle" que revindica el derecho al juego y a la seguridad. Por un convenio con una tienda de la zona, donde se concentran los niños de la calle, MAMA ofrece educación pre-escolar, apoyo escolar, regularización y alfabetización. La escuela al aire libre también incluye formación política: educación en derechos y trabajo, un sindicato infantil, además del fortalecimiento de la auto-estima y los sentimientos.

La segunda etapa es la Casa del Niño Trabajador. Algo importante, es que la casa tiene una escuela formal patrocinada por el Instituto Nacional de Educación Alternativa. La escuela educa niños que asisten a clase de acuerdo a su edad y también a los que tienen 15 años y deben cursar la primaria. Intenta ser una escuela justa, que atiende las necesidades de niños pobres y excluidos que han sido expulsado de otras escuelas.

Las clases incluyen artes, deportes, juegos, y tutoría individual. La escuela se divide de acuerdo a las necesidades escolares. Los niños mestizos, en su mayoría de familias desintegradas, asisten a clases en la mañana, donde se hace énfasis en la formación en valores, auto-estima y matemáticas. En el caso de los niños indígenas, con familias estables pero pobres, se ha encontrado que aprenden fácilmente las matemáticas y que tienen buenos valores, pero manejan mal el español y deben aprender la sociología de la ciudad.

La pedagogía sigue un modelo centrado en el niño y sus necesidades. Si un niño vende papas en la calle, su capacidad de manejo del dinero es el principio de su educación matemática, por ejemplo.

La Casa del Niño Trabajador también integra servicios sociales: alimentación, salud, defensoría legal (particularmente, trámite de la credencial). Sin embargo, todos los servicios van dirigidos a la educación y la formación en tres campos:

  1. Formación para la acción: este campo incluye lo político (campañas en la calle), pero también lo lúdico (organizar paseos y fiestas) y los deberes sociales (aseo de la casa).
  2. Formación para la solidaridad: a pesar de su pobreza, los niños quieren ayudar a sus pares en otras ciudades y otros países. Cuando Honduras y Guatemala sufrieron tanto por los huracanes, los niños juntaron un peso diario por niño y lo donaron a los niños centroamericanos. Igualmente, ayudan a los zapatistas y a los que sufren por cualquier desastre natural. En este momento, los niños de la Casa hacen una campaña contra el trabajo infantil nocturno, a favor de los pares que no participan en MAMA.
  3. Formación en valores. MAMA quiere formar cuatro valores: justicia, verdad, paz, y solidaridad, pero esto también incluye el reconocimiento de los sentimientos y el fortalecimiento de la auto-estima.

El método educativo se deriva de la educación popular, pero incluye una sección más formal: "cómo se llaman las cosas," para capacitar a los niños en la racionalidad crítica. Se parte de que los niños tienen cinco luchas o cinco amores: estudio, trabajo, deporte, vida comunitaria, y valores. Estos aspectos estructuran el programa y permiten que los niños salgan adelante. Los educadores monitorean los avances de cada niño en los cinco aspectos, y según sus notas, los niños recibirán más regalos en Navidad o más puntos.

MAMA cuenta con la colaboración de muchos voluntarios, en su mayoría de colegios religiosos, capacitados por sus profesores.

"A Toda Madre," es un programa de capacitación familiar muy interesante. Después de años de trabajo con niños, se dieron cuenta de la necesidad de capacitar a las mamás para el trabajo y la vida familiar. Por ello propusieron cuatro líneas de acción: una escuela de madres (alfabetización, matemáticas y temas afectivos), combate a la pobreza (capacitación laboral y un sindicato), mejoramiento de condiciones de vida de los hijos (aseo, auto-estima, afecto) y "madres que juegan" (reivindicación del gozo de ser madre). Todo esto intenta hacer de ellas cómplices en el trabajo que MAMA realiza a favor de sus hijos.