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Shine a Light teaches the digital arts to marginalized children all over Latin America, so that their communities can come to see themselves -- and show themselves -- in a new light.

Melel Xojobal

Patricia Figueroa
melel@laneta.apc.org

Melel Xojobal
Nicolás Ruiz 67-Barrio Guadalupe,
29230, San Cristóbal de las Casas,
Chiapas, México.

Telefono:(01967) 678 55 98
Fax: (01967) 678 19 58

www.melelxojobal.org.mx

Devido à guerra, à tensão religiosa, à falta de escolas em idioma Maia, à pobreza e, um pouco, à quantidade de turistas dispostos a comprar o artesanato das crianças indígenas, há um grande número de crianças de rua na pequena cidade de San Cristobal de las Casas. Face a esta situação Melel Xojobal (que em Tzotzil, um idioma maia, significa "Luz Verdadeira"), promove o orgulho cultural e a educação como o meio de ligar as crianças às suas raízes, às suas comunidades e a um futuro melhor.

O local de trabalho dos educadores de rua de Melel Xojobal são os lugares onde as crianças vendem ou mendigam: a praça, o mercado e o Cerillo (os dois primeiros são lugares turísticos). O método empregado pelos educadores para trabalhar com as crianças é a arte, o relato de histórias e um íntimo conhecimento das culturas maias.

Visto que em San Cristóbal não existem escolas que ensinem em idioma maia e que as crianças imigradas do campo pouco falam castelhano, Melel Xojobal desenvolveu um programa que permite que as crianças entrem na escola onde se fala espanhol. O programa dá formação em espanhol a estas crianças e dá formação aos professores nas línguas Tzotzil e Tzeltal para facilitar a aproximação aos meninos. O programa de estudo contém aulas do idioma, alfabetização e matemática. Mais importante é o relacionamento com o cultural: o orgulho de ser Maia, o entendimento do que é a cultura Maia e a capacidade de conviver com colegas de outras etnias. Terminado este processo, Melel arranja bolsas para que os seus estudantes frequentem aulas noutras escolas.

Na missão de Melel Xojobal o bilinguismo e a multiculturalidade têm papéis centrais. Metade dos funcionários são maias e a outra metade são mestiços. Os funcionários mestiços têm que aprender um idioma maia. O Melel entende este requisito como uma oportunidade para as crianças poderem ensinar o idioma. Precisamente, neste papel onde se inverteu a dinâmica do poder frente ao “adulto que sabe”, fomentou-se o orgulho e o desenvolvimento das capacidades das crianças. O ensino da língua nativa pelas crianças permitiu também superar uma barreira cultural dos maias que são pouco dados ao afecto físico. Graças ao ensino dos idiomas indígenas foi possível a aproximação e a criação de vínculos com as crianças.

Os pais, que devem assisitir a uma reunião semanal e à limpeza das instalações, são parte deste processo. Os pais também devem pagar Mx$5 (US $0.50) semanalmente, como forma de se responsabilizarem e de se comprometerem com o programa e com a educação dos filhos. Em troca do seu compromisso, os pais recebem a comida num imóvel propriedade do Melel Xojobal tem. A organização também tem um infantário para as crianças mais pequenas.

O Melel e o Shine-a-Light estão actualmente a trabalhar juntos para desenvolver um programa que ensina outras ONGs a prestar melhores serviços a crianças indígenas. O antigo consultor da McKinsey & Co e Watson Fellow Mike Feigelson está a ajudar o Melel a transformar o currículo do seu programa num livro. O Shine-a-Light dá-lo-á depois a outros projectos que se debrucem sobre o tema das crianças indígenas de rua. Para mais informações, em espanhol, vá ao site Indigenous Solutions Project.

Em 2005, Melel Xojobal recibeu uma bolsa Shine a Light para fazer uma nova pesquisa sobre o trabalho infantil e as respostas adequadas ao mesmo entre a comunidade maia. Pode-se baixar esta fascinante pesquisa aqui:

RAP: “El Trabajo infantil en San Cristóbal de las Casas”

Because of war, religious tension, the lack of Maya language schools, and the ready supply of tourists to whom children sell handicrafts, there are huge numbers of street children in San Cristobal de las Casas (though few live on the street, all work or beg there). Melel Xojobal ("True light" in Tzotzil, a Maya language) emphasizes pride and education as a way to connect street children with their roots, their communities, and educational opportunities.

Street educators work in the three main sites where street kids congregate: the plaza, the mercado, and Cerillo (the first two are tourist spots). Educators emphasize art and expression as a way to connect with the youth and to build trust, and to diagnose the services they might need.

Because San Cristobal has no schools conducted in any Maya language, refugees from the countryside (who seldom speak Spanish) have nowhere to go to school. Melel has developed a one year curriculum for children (6-14) so that they can gain the skills necessary to enter a Spanish language school. The classes develop pride, cultural awareness, and the ability to play, as well as more academic subjects. Melel has arranged conventions with 3 local schools to take the graduates of this program (27 now have scholarships); perhaps most significantly, they have also recruited teachers to learn Tzotzil and Chol so they can better serve and welcome the children. Melel also runs a day care for very young children, many of whom had been cared for by children Melel had placed in schools.

All programs include breakfast, lunch, and work with parents. All parents must attend a meeting monthly; they also pay MX$5 (US 50¢) a week and help with the cleaning in order to commit them to the program. Melel runs a greenhouse for the families, and provides them food in exchange for their work in the program.

Bilingualism is central to Melel Xojobal's mission. Staff are evenly divided between Mayas and mestizos, and all Spanish speakers must learn an indigenous language. Melel has turned this need into a unique opportunity: they ask the children to teach staff their languages. By reversing the power dynamic and placing the indigenous child in the position of "he who is supposed to know," they have found a tremendous surge in pride and ability amoung the youth. This technique has also helped to overcome one of Melel's persistent problems: children's rejection of compassion (afecto). Because of cultural reasons and alienation, many children reject affection; teaching their language provides another path for connection.

Shine a light is collaborating with Melel Xojobal to distribute this model for working with Indigenous Children. Former Watson Fellow and McKinsey & Co. consultant Mike Feigelson is helping Melel to turn their curriculum into a book, which Shine a light will then give to other programs concerned about indigenous street youth. For more information, please see the Indigenous Solutions Project.

In 2005, Melel Xojobal won a Shine a Light fellowship to research child labor in the maya community. Results of this fascinating research are avalable for download below:

RAP: “El Trabajo infantil en San Cristóbal de las Casas”

Debido a la guerra, la tensión religiosa, la falta de escuelas en idioma Maya, la pobreza y de algún modo la cantidad de turistas dispuestos a comprar las artesanías de los niños indígenas; hay un gran número de niños en las calles de la pequeña ciudad de San Cristóbal de las Casas. Frente a esta situación, Melel Xojobal (que en Tzotzil, idioma maya, significa "Luz Verdadera") promueve el orgullo cultural y la educación como el camino para conectar a los niños con sus raíces, sus comunidades y un futuro mejor.

El campo de trabajo de los Educadores de calle de Melel Xojobal son los lugares donde los niños venden o mendigan: la plaza, el mercado, y el Cerillo (los dos primeros son lugares turísticos). Allí el método empleado para trabajar con los niños es a través del arte, el relato de historias y un íntimo conocimiento de las culturas mayas.

De igual forma, en vista de que en San Cristóbal no existen escuelas en idioma maya donde puedan aprender los niños refugiados del campo que poco hablan castellano, Melel Xojobal desarrolló un programa que capacita a estos niños para entrar a la escuela de español y prepara a los maestros en las lenguas Tzotzil y Chol para facilitar el acercamiento con los pequeños. El curriculum contiene clases del idioma, alfabetización, y matemáticas, pero lo más importante es lo relacionado con lo cultural: el orgullo de ser Maya, el saber qué es lo Maya, y la capacidad de convivir con compañeros de otras etnias. Terminado este proceso, Melel consigue becas para que sus estudiantes asistan a otras escuelas.

En la misión de Melel Xojobal, el bilingüismo y lo multicultural son centrales. La mitad de los funcionarios son mayas y la otra mitad son mestizos que deben aprender un idioma maya. Melel tomó este requisito como una oportunidad para que los niños se convirtieran en maestros del idioma. Y precisamente, a partir de este rol –donde se ha invertido la dinámica del poder frente al "adulto que sabe"– se ha fomentado el orgullo y las capacidades de los niños. Asimismo, con la enseñanza de la lengua nativa por parte de los niños se ha superado una barrera cultural con los mayas que son poco propensos al afecto físico. Gracias a esto, ha sido posible el acercamiento y la creación de vínculos con los niños.

Como parte de este proceso están los padres, quienes deben asistir a una reunión semanal y ayudar con la limpieza del lugar. También deben aportar Mx$5 (US $0.50) cada semana, como una forma de responsabilizarse y comprometerse con el programa y la educación de sus hijos. A manera de remuneración por su compromiso, los padres reciben una comida en la finca que tiene Melel Xojobal. La organización también cuenta con una guardería para los niños más pequeños.

Melel y Shine-a-Light ahora trabajan juntos para desarrollar un programa que enseñe a otras ONGs cómo atender mejor a los niños indígenas. Se puede leer los detalles aquí.

En 2005, Melel Xojobal ganó una beca Shine a Light para investigar el trabajo infantil y las respuestas pedagógicas al mismo entre la comunidad maya. Esta fascinante investigación está disponible abajo:

RAP: “El Trabajo infantil en San Cristóbal de las Casas”


Colaboración: Stalel Stuk