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Shine a Light teaches the digital arts to marginalized children all over Latin America, so that their communities can come to see themselves -- and show themselves -- in a new light.

Vida y Educación

Juan Pablo Monteverde
vye@chasque.apc.org

vidaeducacion.org/‎

Vida y Educación
Blanes 879
CP 11300 - Montevideo - Uruguay

Telefono 598-2-4126776

FAX 59824081072

Vida e Educação é uma grande ONG com mais de 70 funcionários, que trabalha na área de educação não-formal. Dentre seus projetos há aqueles que cuidam de crianças, adolescentes e jovens de rua.

O Projeto Cruz do Sul atende a crianças infratoras, crianças que fugiram dos lares do INAME, e também aquelas que as ONGs não puderam atender. Se o projeto encontra 100 crianças na rua, consegue falar com 50 e apenas 20 participam do programa. Além disso, devido à mobilidade geográfica e cronológica, é difícil construir um vínculo duradouro com as crianças.

No lugar do antigo lar, Vida e Educação tem agora uma casa de emergência onde as crianças podem ficar por pouco tempo de acordo com um contrato ou projeto de vida. Possui também “famílias de acolhida”, que são famílias comprometidas e capacitadas que acolhem a criança enquanto buscam por sua família, conseguem seus documentos e tudo o mais.

Outro programa capacita as crianças que acabam de sair dos lares do Estado. Vida e Educação possui um sistema de pensões onde os jovens de 18 anos aprendem a viver sozinhos.

Todos esses programas têm como complemento a alfabetização, a capacitação profissional, as normas de higiene, as relações pessoais e a reflexão. O trabalho com as famílias também é essencial, no entanto, os educadores procuram reintegrar a criança ao último lugar no qual ela se sentiu bem, seja na família ou em um outro espaço. Nesse processo, percebem que as famílias despertam o interesse em seus filhos quando vêem que há outras pessoas que também têm interesse neles.

O Projeto 300 também é uma ajuda. Com ele, o Estado concede um valor em dinheiro para que a ONG o distribua através cupons de alimentação para as famílias carentes que cumpram com o contrato de evitar que as crianças trabalhem e garantam sua freqüência escolar.

Vida e Educação tem aprendido que os educadores que têm um vínculo maior com as crianças (os ‘hippies’, de vida ‘alternativa’), não são os mais indicados para tratar com o Estado, juízes ou com o INAME. Por esta razão, capacitam outros educadores para trabalhar com as crianças e os hippies para trabalhar com o Estado.

A disposição de recursos humanos também é limitada, uma vez que os convênios com o INAME não permitem garantir salários adequados.

Vida y Educación is a large NGO with more than 70 employees, dedicated to informal education. Among its projects are several that serve street kids and youth.

Proyect Cruz del Sur works with the hardest-core kids: delinquents, fugitives from state-run shelters, and kids that other NGOs can’t serve. Outreach is tough: if educators see 100 of these kids in the street, perhaps 50 will talk with them and 20 will join the program. In addition, these kids move around the city freely, and keep no schedules, limiting staff’s ability to maintain close relations.

Today Vida y Educación’s shelter had been replaced with an “emergency house,” where kids can stay for a brief time while working on a particular goal: family reunification, signing a lease, etc. Also interesting are “welcoming families,” trained to accept street kids into their homes for less than 10 days while the kids work out problems with their own families or with the state.

Another program trains kids from state shelters in life skills. Government shelters do little to prepare teens for life on their own, so many end up on the street at 18.

All of these programs are complemented with literacy training, vocational education, hygiene, personal relations, and reflection. Social workers also try to re-connect kids with their families, or at least with people in “the last place you lived where you felt good.” The kids often reject this work, but staff insist, and it has had good results. They have found that when families see that someone else is interested in their kids, they mirror that interest.

Vida y Educación had found that the educators who connect best with the kids (“hippies” and other young people with an alternative lifestyle) are often the worst to work with the state, the courts, or the shelters. So, they train the squares to work with street kids and the hippies to clean themselves up to meet with judges. Over-employment also wreaks havok on human resources; insufficient salaries mean that everyone works another job, and many staff burn out quickly.

Vida y Educación es una gran ONG, con mas de 70 empleados, que trabaja dentro de la educación informal. Entre sus proyectos existen varios que atienden a niños, adolescentes y jóvenes de la calle.

El Proyecto Cruz del Sur sirve a los niños infractores, desertores de los hogares de INAME y a otros que las demás ONGs no han podido atender. El trabajo de acercamiento es difícil: aunque los educadores encuentren 100 chicos en la calle, quizás logren hablar con unos 50 y sólo 20 terminarán participando en el programa. Además, la movilidad geográfica y la falta de horarios fijos de los niños dificulta la posibilidad de construir un vínculo duradero con ellos.

En lugar del antiguo hogar, Vida y Educación tiene ahora una casa de emergencia, donde los niños pueden quedarse por un tiempo limitado mientras trabajan para un determinado fin: reunirse con su familia, firmar un alquiler, etc. También tienen "familias de acogida", que son familias comprometidas y capacitadas que reciben al niño mientras éstos buscan a su familia, consiguen sus documentos o resuelven problemas con el estado.

Otro programa capacita a los niños que acaban de salir de los hogares del estado. Vida y Educación tiene un sistema de pensiones donde los jóvenes de 18 años aprenden a vivir solos.

Todos estos programas tienen como complemento la alfabetización, la capacitación laboral, las normas de higiene, las relaciones personales y la reflexión. El trabajo con las familias es también esencial, pero los educadores intentan revincular el chico con el último lugar donde se sintieron bien, ya sea la familia u otro espacio. En este proceso han descubierto que cuando notan que otras personas están interesadas en sus niños, las familias toman a su vez un mayor interés por ellos.

El "Proyecto 300" también es una ayuda. A través de este programa, el estado otorga dinero para que las diferentes ONGs lo distribuyan mediante cupones de comida, a las familias pobres que cumplan con el contrato de evitar que sus niños trabajen y garanticen su asistencia a la escuela.

Vida y Educación ha aprendido que los educadores que tienen mayor vínculo con los niños (caracterizados como "hippies" o de vida "alternativa") no son los más indicados para tratar con el estado, los jueces, o el INAME. Por esta razón, capacita a este tipo de educador para trabajar con el estado y a otros educadores más formales para trabajar con los niños.

La disposición de recursos humanos también se ha visto limitada, porque los convenios con INAME no permiten garantizar sueldos adecuados.